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Cadela em Pânico

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Cadela em Pânico

Mensagem  SML em Qui 5 Maio 2011 - 14:18

Boa noite,

Há cerca de 5 meses fui buscar uma cedela a um canil, com cerca de 2,5 anos. Não tem raça específica sendo que o vet a classificou de "cruzada". Pesa 6 Kg.
Quando a fui buscar, apenas me disseram que estava esterilizada e que tinha sido apanhada na rua.
De imediato levei-a ao vet, que lhe deu todas as vacinas.
Veio para casa e, porque tenho gatos, tive receio que não se desse bem com eles. No entanto, deu-se bastante bem com eles. De tal modo que ganhou um enorme fascinio pelo meu gato siamês e, não desgruda dele. O gato não pode dar um passo que ela vai logo atrás (sendo que não tem esta atitude para com o outro gato).
Assume também esta atitude para com o meu marido. Para onde ele vai, ela vai atrás. Se ele sai e nao a leva ela fica deitada ao pé da porta à espera que ele venha. Se ele anda em qualquer divisão da casa, ela anda sempre atrás dele(não tem esta atitude para comigo).
Mas, o que mais me preocupa é que no ínicio ela passeava normalmente na rua e apesar de demontrar não morrer de amores pelas pessoas e pelos outros cães também não fugia deles. No entanto, num dos passeios, passei junto a um parque onde várias crianças gritavam enquanto jogavam à bola. A cadela entrou completamente em pânico: puxava a trela, andava às voltas, etc...e não parou enquanto não a tirei dali.
A partir daí, vai à rua sempre desconfiada e, se eu deixar, em 2 minutos faz xixi e cócó só para voltar a correr para casa.
Já consegui que andasse ao meu lado sem puxar a trela mas, se houve algum barulho (especialmente crianças, bolas a bater, estores a abrir ou fechar, etc...) imediatamente começa a puxar a trela de forma sufocante.
Não sei mais o que fazer para que ela perca este medo.
Em casa ela é uma cadela muito dócil ...gostava de a passear sem que tivesse qualquer receio!

Aguardo resposta de ajuda
Obrigada
SML

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Re: Cadela em Pânico

Mensagem  floijdt em Sab 7 Maio 2011 - 13:21

Boa tarde:

É norma neste fórum, para que possamos ajudar quem precisa, que se identificasse para evitarmos tratar as pessoas pelas iniciais dos nomes ou por um nickname qualquer.

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Re: Cadela em Pânico

Mensagem  SML em Dom 8 Maio 2011 - 17:14

Desculpe,

Desconhecia a regra.

Meu nome é Sónia.

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Cadela em Pânico

Mensagem  KARIN PIRÁ em Ter 10 Maio 2011 - 15:52

Olá, pensei em algumas coisas para ajudar com o problema de medo de sua cadela. talvez seu marido transmita mais segurança a ela, por isso ela o segue pela casa, onde o líder da matilha vai ela vai tb, pode ser que aconteça o mesmo com o gato!

se o seu comportamento com ela é de pena ou se vc a recompensa nos momentos em que ela demonstra medo, vc precisa fortalecer sua postura de liderança. o bom líder transmite segurança, confiança.

nos casos em que ela demonstrar medo e tentar fugir, tente ignorar e continuar passeando como se nada houvesse. Pode também, simplesmente parar, contendo a cadela a seu lado e não fazendo nenhum tipo de contato, nem visual, nem verbal, nem físico, apenas ficando lá ao lado dela enquanto "enfrentam" o barulho! assim que o barulho ou a movimentação acabar, vc retoma o passeio, sem alarde ou recompensas, apenas ande com ela! Imprima um ritmo à caminhada para ela gastar mais energia física durante os passeios, desta forma ela se concentra mais no caminho e em quem a está conduzindo.

um abraço,
espero que tenha sucesso com a cadelinha.
Karin Pirá

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Re: Cadela em Pânico

Mensagem  Erika Rocha em Qua 11 Maio 2011 - 19:26

Sonia,

Se sua cadela está entrando em pânico toda vez que escuta vozes de crianças, é porque algo muito traumático aconteceu com ela nessa situação. Não acredito que "ser lider" resolva o problema. Se você estivesse com uma cobra na sua frente e uma pessoa ficasse te falando que você poderia pegar sem problemas, que ela não ia te morder e forçasse o contato, provavelmente vc ficaria com mais medo ainda.

Você precisa tornar o momento de passear uma grande alegria para sua cadela. Começe gravando um CD com sons de crianças brincando e coloque bem baixinho para sua cadela ouvir. Vá aumentando o volume e recompensando ela toda vez que ela ficar calma. Se ela ficar com medo, volte um passo. Depois de muito treino, leve ela de carro na rua e espere que ela queira sair do carro para explorar o lado de fora. Deixe ela ir no ritmo dela. Isso pode levar semanas. Deixe o brinquedo ou o petisco favorito para recompensar ela quando ela estiver na rua ou perto de crianças. O treino não é fácil, é como um tratamento homeopático, sempre em pequenas doses.

Amigos, vamos respeitar nossos cães. Vamos parar de pensar que tudo se resolve com liderança. Temos que ser como pais para nossos cães: ensinar o certo, não deixar que façam o errado e dar muito amor e carinho. Os cães não tem medo porque falta-lhes liderança em casa. Está embutido em cada um de nós (humanos ou animais) a personalidade que nos fazem direfentes uns dos outros. Ter coragem ou medo é uma característica que nascemos com ela. Podemos amenizar com SOCIALIZAÇÃO e não com liderança.

Se eu morro de medo de aranhas é porque não tive muito contato com elas na minha vida e sei que algumas podem me picar! Isso não tem a ver com a liderança da minha mãe ou do meu pai! Se eu crescesse rodeada delas, provavelmente pegaria as mais perigosas sem problema algum! Agora se me forçassem a pegar uma com o medo que tenho hoje, eu faria que nem sua cadela: rodopiava, chorava, puxava a trela...

Vamos nos colocar no lugar dos nossos cães e pensar em como devemos agir, como gostaríamos que agissem conosco.
Abraços
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Erika Rocha

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cadela em pãnico

Mensagem  KARIN PIRÁ em Sex 13 Maio 2011 - 11:26

Boa tarde, Sonia e Erika,
Concordo que todos somos diferentes, cada qual com seus "medos", habilidades e personalidades. Concordo que devamos dar todo amor e carinho aos nossos cãezinhos, mas não concordo em pensar que eles são "pessoas". Para confortar um cão não é necessário conversar com ele ou abraçá-lo como fazemos com nossos filhos! cães não se abraçam nem conversam sobre seus medos... eles experimentam, vivenciam e se protegem se for o caso! Para diminuir um trauma, com certeza uma das técnicas é fazer a exposição gradativa do cão à situação e transformar a experiência em algo agradável para ele. Mas a questão da liderança não quer dizer que vc tenha que ser má ou agressiva com o cão, o líder de uma matilha canina apenas orienta, protege e age com firmeza e essas posturas transmitem maior segurança ao cão desorientado, indicando-lhe o caminho a seguir.
Se continuarmos a achar que cães reagem como pessoas, estaremos humanizando os animais e a idéia não é essa, mas sim tratá-los de forma digna, atenciosa e sim com muito carinho, mas como cães! acho que as respostas se complementam, mas realmente não concordo em comparar as reações caninas como as humanas, elas se assemelham na apresentação, mas sua origem e sua abordagem devem respeitar a natureza do animal.
um abraço.
Karin.


gostaria de esclarecer um pouco mais sobre o que disse por "liderança"

KARIN PIRÁ

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Re: Cadela em Pânico

Mensagem  floijdt em Sex 13 Maio 2011 - 14:53

Boa noite, Sónia, Karin e Erika:

As correntes actuais sustentadas pelos etólogos caninos vão no sentido de que a nossa relação simbiótica com os nossos amigos caninos é uma relação de mutualismo em que ambas as espécies lucram com a convivência mutua. Nesse sentido, as gerações actuais têm uma perspectiva diferente do que é a sua convivência com a espécie canina. Até há alguns anos, a geração anterior à nossa, considerava que os cães deveriam ser marginalizados, não tinham estatuto, eram relegados para os pátios presos por correntes e em que lhes era totalmente vedado qualquer convívio com os humanos em casa destes.Todos se lembram da expressão "tratado abaixo de cão" quando nos queremos referir a pessoas que sofreram maus tratos. A pouco e pouco os cães começaram a entrar nas nossas casas, até devido ao tipo de habitações existentes actualmente, e começaram a ser considerados como família, alterando-se totalmente o paradigma existente até há poucos anos.
Termos como: dominância, liderança, membro alfa, estão a pouco e pouco a abandonar o léxico canino, sendo substituídos por, família, organização familiar, educação e, palavra chave, SOCIALIZAÇÃO. Portanto, e penso que seja esta a ideia da Karín quando falou de liderança, foi no contexto de estrutura familiar em que existem os pais que orientam e definem os parâmetros (valores, princípios, etc.) em que a família se vai organizar, sendo que os outros membros da família, filhos e, neste caso, cão devem respeitar e seguir a orientação dada pelos responsáveis pela organização da família.

Sónia, as contribuições da Karín e da Erika, nossas amigas adestradoras no nosso País irmão o Brasil e ambas frequentadoras (no caso da Karín) e ex-frequentadora, uma vez que já terminou o seu Curso (no caso da Erika) do Curso de Psicologia Canina ministrado pelo Dep. de Formação do CCVL, entidade que administra este fórum, são de excelente nível e ambas diagnosticaram correctamente o problema da sua cadela, dando igualmente o seu contributo para a resolução do mesmo através da dessensibilização dos comportamentos fóbicos que a sua cadela apresenta em determinadas situações e perante determinados estímulos, o que me leva, como formador de ambas, a dar-lhes os meus parabéns.

Aplique as sugestões que elas deram que de certeza irá ter bons resultados e poderá desfrutar completamente do convívio com a sua amiga de quatro patas.

Cumprimentos:
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Re: Cadela em Pânico

Mensagem  Erika Rocha em Sex 13 Maio 2011 - 20:20

[quote="KARIN PIRÁ"]Boa tarde, Sonia e Erika,
Concordo que todos somos diferentes, cada qual com seus "medos", habilidades e personalidades. Concordo que devamos dar todo amor e carinho aos nossos cãezinhos, mas não concordo em pensar que eles são "pessoas". Para confortar um cão não é necessário conversar com ele ou abraçá-lo como fazemos com nossos filhos! cães não se abraçam nem conversam sobre seus medos... eles experimentam, vivenciam e se protegem se for o caso! Para diminuir um trauma, com certeza uma das técnicas é fazer a exposição gradativa do cão à situação e transformar a experiência em algo agradável para ele. Mas a questão da liderança não quer dizer que vc tenha que ser má ou agressiva com o cão, o líder de uma matilha canina apenas orienta, protege e age com firmeza e essas posturas transmitem maior segurança ao cão desorientado, indicando-lhe o caminho a seguir.
Se continuarmos a achar que cães reagem como pessoas, estaremos humanizando os animais e a idéia não é essa, mas sim tratá-los de forma digna, atenciosa e sim com muito carinho, mas como cães! acho que as respostas se complementam, mas realmente não concordo em comparar as reações caninas como as humanas, elas se assemelham na apresentação, mas sua origem e sua abordagem devem respeitar a natureza do animal.
um abraço.
Karin.


Olá amigos do forum,

Não gosto de me referir aos cães como líderes deles. Gosto de pensar como uma amiga deles. Não temos que concordar com um amigo nosso toda vez que ele faz algo de errado, pelo contrário, vc deve orientá-lo a tomar a decisão correta. Nossos cães são assim também: temos que educá-los e respeitá-los para que a convivência seja pacífica.
Karin, eu acho que vc pensa da forma correta, mas na minha opinião "ser líder" de um cão é algo antiquado. Esse era o pensamento de adestradores há 30 anos atrás. A palavra líder é usada com lobos, selvagens, em habitat natural e em busca pela sobrevivência a todo custo. Nossos cães não são lobos, tem traços de comportamento genéticos dos antepassados, mas eles não agem conosco como agem em matilha. Os cães domésticos estão no convívio com o humano a mais ou menos 20 mil anos. São trilhões de gerações que foram selecionadas para ler nossa linguagem corporal, prestar atenção e fazer de tudo para nos agradar. Cães não tratam os humanos como cães. Não precisamos lidar com eles como alfas ou líderes, pois no mundo canino, os alfas tem o privilégio de acasalar, e isso não faz sentido na nossa convivência; alfas indicam qual direção tomar em uma busca por alimento e isso também não faz sentido para nós. Eu sei que isso todos já sabem, mas só estou mostrando como a abordagem "lider" não é correta (na minha opinião).

Karin, eu não te conheço, mas tenho certeza que é uma ótima profissional e que ama o que faz. Tenho certeza que nós agimos com nossos cães da melhor maneira possível para torná-los amáveis no seu ambiente familiar. Eu só queria falar que eu também pensava como você, que tínhamos que ser "líderes", que a postura é tudo e a autoconfiança também. Mas eu abri minha cabeça e hoje vejo o mundo canino de uma forma que condiz com que vivencio todos os dias. Hoje consigo adestrar um cão sem precisar ser líder dele, sem precisar brigar com ele. Apenas sendo clara e amiga dele.

Eu escrevi neste tópico porque estou cansada de ver pessoas que agem de forma errada, interpretando de forma errada um comportamento de um cão e punindo ele como se o tempo todo o cão quisesse se tornar um líder. Ouço muito as pessoas dizendo: "eu vi na TV que quando um cão puxa a guia(trela) é porque ele é dominante" aí a pessoa fica até com raiva do cão querendo ser mais que o dono. Era isso que eu estava dizendo: parar de falar que o cão quer ser o lider, que é dominante e etc. Vamos interpretar a situação! Eu estou falando de pessoas leigas que falam muito isso e a cultura da dominância e da liderança vai se espalhando.

Abraço

Erika


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Re: Cadela em Pânico

Mensagem  SML em Sab 14 Maio 2011 - 13:22

Karim, Erika e floijdt,

Obrigada pelos vossos conselhos!! Smile)

Vou aplicá-los e depois venho contar como está a correr.


Cumprimentos
Sónia

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Cadela em Pânico

Mensagem  KARIN PIRÁ em Seg 16 Maio 2011 - 6:41

Olá Erika, Sílvio e Sônia,

Sílvio obrigada pelo comentário.

ingressei nessa atividade por amor aos cães, que me foram companheiros desde a infância. Sou jornalista, trabalhei em agências de publicidade alguns anos, mas não estava feliz com o ritmo de vida que estava levando, então pedi demissão e fiquei em busca de algo que pudesse trabalhar com amor e realização pessoal. A paixão pelos cães é antiga, minha família sempre teve cães e eu cresci com eles, minha maior companhia na infância e adolescência, sou caçula de 4 irmãs e fui criada como filha única, tamanha diferença de idade.

Por isso, pesquisei sobre o que poderia fazer com cães, mas nunca pensei em ser veterinária justamente por sofrer com eles quando doentes ou feridos. Encontrei no adestramento uma forma de trabalhar e conviver com esses maravilhosos amigos.

Não mais transfiro carências humanas para eles, o que é um grande fardo aos bichos... mas sim compartilho uma convivência tranquila e harmoniosa em família, orientando-os e dando-lhes toda a estrutura para que tenham suas necessidades bem atendidas com todo o carinho e atenção que eles merecem, permitindo que exerçam sua natureza canina já tão limitada pela domesticação.

É isso que procuro transmitir para meus clientes.

Em relação ao tópico em questão, utilizei termos técnicos para transmitir isso e peço desculpas por não ter sido mais abrangente.

com certeza se estivesse numa consultoria, as palavras seriam mais flexíveis devido ao contexto apresentado, conhecendo pessoalmente o ambiente e as pessoas responsáveis pelo cão. Como adestradora tento ser o mais profissional possível transmitindo conhecimentos, como comportamentalista avalio a situação para transmitir as informações da melhor forma possível.

agradeço a Erika pela contribuição, sua resposta foi complementar a minha, mas pela minha experiência, prefiro não pensar neles como pessoas, acho que isso confunde a expectativa dos clientes, muitas vezes esperando que os cães reajam como pessoas e se frustram quando isso não acontece. em muitos casos, como resultado, se desfazem do cão ou privam o animal do convívio em família por não entenderem sua natureza.

um grande abraço a todos.

KARIN PIRÁ

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Re: Cadela em Pânico

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